Eu caçador de mim


Não seria este o lugar mais abençoado para que eu possa tornar-me amigo de minha morte? Não é este o lugar onde o silêncio exterior pode aos poucos conduzir-me ao silêncio interior, em que poderá abraçar minha própria mortalidade? Sim, o silêncio e a solidão convidam-me a, gradativamente, abandonar as vozes externas, que me dão uma sensação de bem-estar entre as pessoas, para confiar na voz interior que me revela meu verdadeiro nome. O silêncio e a solidão incitam-me a desvencilhar-me dos andaimes da vida diária e a descobrir se alguma coisa consegue se sustentar quando se arrancam os sistemas de apoio tradicionais.

Henri Nouwen, em “Nossa maior dádiva: Uma meditação sobre o morrer e o cuidar”

Fonte: Blog do Sérgio Pavarini

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