O amor absurdo


Ele é Deus e não precisava ser fiel. Mas ele é, sempre é. Ainda que não sejamos.

Ele é Deus e não deve satisfação a ninguém. Mas ele dá. E se você não entender, ele explica outra vez em parábolas.

Ele é Deus e não precisa sofrer, porque o mundo, afinal, está sujeito ao seu poder. Mas ele sofre para nos mostrar que é possível superar a dor. Ele chora pelo amigo que morreu.

Ele é Deus e não precisaria nos dar nada. Mas ele provê, ele restaura, presenteia, abençoa, mima, agracia, facilita as coisas.

Ele é Deus e nós somos criação sua.

Ele, que é soberano e eterno, é quem se entrega e doa de si para provar a nós, seres tão pequenos e limitados, o seu amor absurdo.

Ele ama. Ele é amor.

– LHM

2 comentários sobre “O amor absurdo

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