No princípio, era o e-mail


Amigos,

Tenho escrito menos do que gostaria ultimamente. E minhas aparições por aqui restringem-se ao compartilhamento dos textos que publico no jornal e esparsos links de coisas que gosto e vejo por aí.

Por isso – e para não ficar enchendo a timeline de ninguém com meus textões (para os que se atrevem a acompanhar meu Facebook) – queria propor o uso de uma ferramenta bem antiga para mantermos essas interações: o e-mail. Esse blog continua ativo e pode ser encontrado em buscadores, mas não pretendo atualiza-lo de forma recorrente.

No princípio, lá em 1999, era por e-mail que mandava esses textos (sim, já tinha internet) para meia dúzia de amigos. E foi assim que nasceram os dois blogs que mantive, meu livro e a colaboração para o Estadão. Minha ideia é retomar a prática.

Porque o e-mail, mais pessoal, ajuda a receber as críticas e comentários de forma mais direta e porque também é um jeito de garantir que quem gosta de ler essas bobagens, realmente as receberá sem ter que acessar um site pra isso. Tipo uma carta, boletim ou, como gosto mais, um fanzine mensal. Pode ser?

Caso queria receber os e-mails (um por mês, quando muito), por favor acesse esse link para cadastrar seu endereço de e-mail. É um processo seguro e vou usar uma ferramenta chamada Tinyletter para enviar as mensagens e evitar que sejam tratadas como spam — e você poderá cancelar o recebimento depois sem que eu fique sabendo ;-)

Obrigado pela companhia até aqui!